Serviço Bíblico
Sexta-feira, 3 de julho de 2009
São Tomé, Apóstolo (Festa).
Outros Santos do Dia: Anatólio de Constantinopla (bispo), Anatólio de Alexandria (bispo), Blado da Ilha de Man (bispo), Cilene de Iona (abade), Dato de Ravena (bispo), Eulógio e Companheiros (mártires), Germano da Ilha de Man (bispo), Heliodoro de Altinum (bispo), Irineu e Mustíola (mártires), Jacinto da Capadócia (mártir), Júlio, Aarão e Companheiros (mártires), Leão II (papa), Marcos, Muciano e Paulo (mártires), Mariano O'Gorman (abade), Romualdo (bispo, mártir), Trifão e Companheiros (mártires).
Primeira leitura: Efésios 2, 19-22
Edificados sobre os apóstolos como fundamento.
Salmo responsorial: 116, 1-2
Ide pelo mundo inteiro e a todos pregai o Evangelho!
Evangelho: João 20, 24-29
Meu Senhor e meu Deus!
Tomé é um dos seguidores mais próximos de Jesus; por isso o festejamos hoje. Recordamos seu testemunho porque serve de exemplo. Este é o sentido que tem para a comunidade a celebração dos santos. São modelos para imitar em sua relação com o Mestre. Refletimos assim três elementos em Tomé: primeiro, seu seguimento de Jesus. Os relatos evangélicos o apresentam como alguém que fez o caminho do Mestre. Nesse seguimento, certamente mudou de projetos: teve que deixar os seus e suas coisas para ir atrás da proposta do reino.
Segundo, seu testemunho do Ressuscitado. O evangelho ressalta sua incredulidade inicial: na primeira aparição não estava; e, teimoso, se aferra a elementos racionais e físicos que lhe sirvam de prova: as feridas nas mãos, nos pés e no lado. Mas ao se apresentar Jesus Ressuscitado, sem necessidade de meter dedos ou mão se convence ante sua presença de que seu amigo Jesus vive, e proclama: Meu Senhor e meu Deus!, com uma fé profunda no Ressuscitado presente em sua vida.
E terceiro, embora não seja um dado evangélico, podemos imaginá-lo saindo da Judéia como os outros apóstolos, a pregar a Boa Nova a todas as nações, fiel à missão que lhes dá Jesus antes de ir para o Pai. Assim, diz-se que Tomé evangelizou a Índia.
Esta festa é uma ocasião para revermos nossa vivência cristã, pessoal e comunitária, da Boa Nova; um motivo para nos olharmos no espelho dos nossos antepassados que viveram, antes de nós, a fé em Jesus.