Serviço Bíblico
Terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Santa Escolástica, Virgem (Memória facultativa).
Outros Santos do Dia: Austreberta de Pavilly (abadessa), Baldegundes (abadessa de Sainte-Croix, Poitiers), Desiderato de Clermont (bispo), Erlufo de Werden (bispo, mártir), Guilherme de Maleval (eremita), Protádio de Besançon (bispo), Sálvio de Albelda (abade), Silvano de Terracina (bispo), Sotéria de Roma (virgem, mártir), Zótico, Irineu, Jacinto, Amâncio e Companheiros (um grupo de dez soldados, mártires de Roma).
Primeira Leitura: Gênesis 1,20- 2,4a
Façamos o homem à nossa imagem.
Salmo Responsorial: Sl 8, 4-5. 6-7. 8-9 (R. 2a)
Ó Senhor, nosso Deus, como é gloriosos vosso nome em toda a terra!
Evangelho: Marcos 7, 1-13
Bem profetizou Isaías sobre vós, hipócritas.
Jesus continua formando seus discípulos. Ele os instrui sobre sua tarefa missionária, revela-lhes seu poder sobre o mal, abre-os ao universalismo. Os discípulos compreendem que os padrões da antiga religião não são capazes de responder às exigências missionárias e universalistas da nova. A discussão de Jesus com os fariseus afeta dois pontos concretos: as abluções ou o lavar ritual das mãos antes das refeições, sobre as quais Marcos proporciona detalhes aos leitores não-judeus (vv. 3-4), e sobre a oferenda sagrada dos bens que dispensa de sustentar os familiares (vv. 10-11).
Mas não se deve ficar perdido nos detalhes desses costumes; estes não existem mais que para fazer compreender o alcance do v. 8, curiosamente repetido no v. 9: as tradições humanas matam a Palavra de Deus.
O drama do fariseu é o de toda uma humanidade que se atribui um conhecimento que vem de Deus, uma vez que define o bem e o mal e julga os seres humanos, mas no final se fica sem o Deus de quem procede. Jesus é o primeiro homem que pôde pôr seu conhecimento do bem e do mal a serviço absoluto de seu Pai, e este lhe permite ser muito livre diante das leis e tradições humanas.