Serviço Bíblico
Terça-feira, 9 de março de 2010
Santa Francisca Romana, Religiosa (Memória facultativa).
Outros Santos do Dia: Antônio de Froidemont (monge), Bosa de York (bispo), Catarina de Bolonha (clarissa, virgem), Cirion e Cândido (mártires da Armênia), Domingos Sávio (adolescente de Turim discípulo de Dom Bosco), Gregório de Nissa (bispo), Paciano de Barcelona (bispo).
Primeira leitura: Daniel 3, 25,34-43.
De alma contrita e em espírito de humildade, sejamos acolhidos.
Salmo responsorial: 24, 5-8.
Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
Evangelho: Mateus 18, 21-35.
Se cada um não perdoar a seu irmão, o Pai não vos perdoará.
Com Jesus a dinâmica da ofensa e do perdão adquire um sentido totalmente novo. Antes de pensar em uma ofensa contra Deus, deve-se olhar se tal ofensa não é, na verdade, contra o irmão; e antes de preocupar-se com o perdão divino, deve-se obter como primeiro passo o perdão do irmão ofendido.
Porém, quantas vezes deve conceder o perdão? É a preocupação de Pedro que não se preocupa tanto pela qualidade do perdão, mas sim a quantidade; aquelas vezes que eram necessárias para sentir-se bem e justo segundo a lei: sete vezes; quer dizer, muitas vezes. Jesus, que em tudo vai mais além do que simplesmente está escrito e ordenado, propõe que não é tanto a quantidade de vezes que se perdoa, mas a qualidade desse perdão; isto é, perdoar sempre e de coração.
Perdoar "sempre e de coração" qualifica de tal maneira o perdão que faz que quem ofende mediante uma falta não é simplesmente perdoado, desculpado, mas sim induzido a trabalhar de uma outra maneira a fim de modificar seus atos em prol de futuros comportamentos, porque a qualidade do perdão é tal que o fez cair em si, vendo e experimentado os efeitos de seu erro.